Hoje é o Dia internacional da dança, promovido pelo Conselho Internacional de Dança (CID), uma organização interna da Unesco para todos os tipos de dança. A data, além de celebrar o nascimento do criador do balé moderno Jean-Georges Noverre (1727-1810), objetiva uma maior atenção para a importância da dança, principalmente no que diz respeito ao sistema de educação, do ensino infantil ao superior.
Um dos focos principais do Dia da Dança está na educação infantil. O CID alerta os estabelecimentos que contatem o seu Ministério da Educação com as propostas para celebrar este dia em todas escolas, escrevendo redações sobre dança, desenhando imagens de dança, dançando nas ruas.
Pensando na importância da dança na formação das crianças, alguns grupos brasileiros têm montado espetáculos dedicados a elas. Um deles é o Quando crescer, eu quero ser, do Teatro Xirê (RJ), espetáculo de dança-teatro que faz um alerta divertido para os caminhos que costumamos traçar em busca de nossas idealizações. Jujuba de Morango está em busca de sua realização: tornar-se uma primeira bailarina. Ela está certa de que para alcançar seu objetivo terá que seguir exatamente o mesmo trajeto da bailarina que tem como ídolo. O público torna-se cúmplice e torcedor de suas pequenas experiências.
Dica imperdível para os moradores de Florianópolis: hoje e amanhã acontece a segunda edição do Handicraft Bazar, com tema de Dia das Mães. Sete criadoras (ou crafters, como algumas preferem) vão mostrar seus produtos, que incluem acessórios, almofadas, pinturas e cupcakes. A ideia é disseminar a explosão criativa do handmade (feito à mão), movimento que conta com uma vasta rede no exterior de feiras, revistas e sites, e que chegou ao Brasil há alguns anos. Essa filosofia valoriza os produtos artesanais, mas de design diferenciado e sempre com ideias novas.
Todas as criadoras estarão lá vendendo seus artigos e também vão sortear um kit de produtos entre os visitantes.
Vai lá: o bazar ocorre sexta-feira e sábado (29 e 30 de abril), em Florianópolis, das 14 às 21 horas, no Conselho Comunitário do Parque São Jorge, na praça Vereador Miguel Ângelo Sedrez. Estacionamento gratuito. Aceita dinheiro ou cheque. Mais informações: contato@fofysfactory.com.br
Muitas mamães blogueiras já estão sabendo desta super novidade culinária: com estreia prevista para a primeira quinzena de maio, o programa Marmita Baby, apresentado pela atriz Vanessa Giácomo, será veiculado na internet e trará receitas de comidinhas para bebês e crianças. O projeto, criado pelo jornalista Fábio Nagel e pela fotógrafa Jaqueline Joneré, prevê a produção de 12 vídeos na primeira temporada, exibidos no Facebook semanalmente, além de dicas de nutricionistas e pediatras, postadas diariamente na página do programa.
Vanessa está acostumada em inventar delícias para seus pequenos, um de 10 meses e outro de 3 anos: “meu filho mais novo adora quando eu coloco massinha e carne. Como ele já está começando a mastigar, procuro não bater muito no liquidificador, deixando a papinha com uma textura mais sólida”. Frutinhas amassadas e raspadas também fazem sucesso em sua casa.
Depois do sexto mês, os bebês devem começar a comer papinhas (sem interromper a amamentação). A nutricionista Regina Sarmento explica que as papinhas ficam bem saborosas se forem usados temperos frescos, como alecrim, alho, orégano, entre outros. Cozinhar com pouca água também ajuda a manter o sabor dos alimentos. A nutricionista recomenda ainda o uso de alimentos integrais e orgânicos, pois além de estarem livres de agrotóxicos e pesticidas, podem conter até três vezes mais nutrientes que os produzidos em culturas comuns. Segundo ela, a melhor estrutura de uma papinha é usar sempre uma folha, dois legumes de cores diferentes, um tubérculo, um cereal, feijão (só o caldo até o oitavo mês), um tipo de carne (só o caldo até o oitavo mês) e uma colher chá de óleo ou ½ gema de ovo.
Quando criança, sempre pedia à minha mãe uma Barbie negra. Só fui ter uma bem no final da infância, quando já não queria mais saber de brincar de bonecas. Hoje tenho 2 Barbies e um Bob (ou Ken) negro, preciosidades que fiz questão de guardar com carinho. Detalhe: nenhum deles foi comprado no Brasil, foram sempre encomendas trazidas de fora.
Encontrar bonecos negros, asiáticos, ruivos, índios sempre foi tarefa complicada. Pensando nisso, as irmãs Joyce, Lucia e Cristina criaram a loja Preta Pretinha. Quando crianças, elas não se reconheciam nas bonecas com que brincavam. Era a avó Maria Francisca que, preocupada com a auto-estima das meninas, criava para elas bonecas negras usando meias de seda e malhas na cor preta e marrom.
A loja, que fica na Vila Madalena, em São Paulo, vende bonecas de vinil e pano de diversos modelos e etnias – negra, oriental, muçulmana, ruiva, indiana e portadoras de necessidades especiais -, além de brinquedos educativos de madeira, fantoche, roupas para bonecas e mais uma porção de coisas bacanas. Não deixe de conhecer!
Vai lá: Preta Pretinha. Rua Aspicuelta, 474, Vila Madalena – São Paulo/SP – (11) 3812 6066
Cada vez mais ouvimos falar de projetos de construções ecológicas. A busca por um desenvolvimento sustentável, que alia a preservação ambiental ao lucro, tem norteado a economia contemporânea. As chamadas lojas verdes têm se multiplicado mundo afora. A loja ECO Moda para Crianças, em Florianópolis, é um exemplo disso.
Desenvolvido pela arquiteta Carine Nath, do escritório de arquitetura Ecodhome, especializado em projetos e consultoria na área da construção sustentável e ecológica, o projeto da loja previu o uso de bambu e madeira de demolição, a utilização de tintas e acabamentos com materiais de baixa emissividade de componentes tóxicos, além de uma iluminação calcudada de baixo consumo (Led, lâmpadas econômicas, entre outras alternativas eficientes). Esses cuidados fazem com que a ECO tenha reaproveitamento passivo dos recursos naturais, eficiência energética, gestão e economia da água, gestão dos resíduos na edificação, controle da qualidade do ar e ambiente interior, conforto termo-acústico e uso de produtos e tecnologias ambientalmente amigáveis.
A preocupação com o meio ambiente vai além: as roupas, brinquedos e acessórios vendidos na loja são produzidos com materiais reciclados ou por empresas socialmente responsáveis. A escolha por fornecedores locais e nacionais contribui para diminuir os impactos da emissão de gás carbônico no transporte das mercadorias.
“Sustentabilidade é fazer hoje para ter impactos menores no futuro”, como afirma a empresária e consultora em sustentabilidade Andreia Rosa de Amorim.
Bonecos que podem virar brinquedos ou peças de decoração: assim são as peças feitas pela marca polonesa Miszkomaszko. “Nostálgicos como somos, buscamos inspiração em nossas memórias de infância e nos brinquedos, roupas e cores que nos rodeiam”, conta Agata, designer da marca e mãe de um bebê. Todos os bonecos são únicos, feitos a mão com tecidos laváveis e levam na etiqueta o nome de seu futuro dono (e o mais legal: são dois em um!).
As criações da estilista Andrea Cerqueira, da Jolie! Jolie!, têm como marca registrada o bom gosto e detalhes fofos, como bordados, frufrus, badados e estampas bacanas. Também chama a atenção a leveza das peças, bem própria para o clima de Fortaleza, terra-natal da marca – mas que cai bem em qualquer região, né? Confira alguns looks da coleção.
Dica para a criançada de Florianópolis. Neste final de semana, dias 23 e 24 de abril, a companhia Experimentus Teatrais apresenta a peça O Menino do Dedo Verde no SESC Prainha. A peça é baseada no romance homônimo de Maurice Druon e conta a história do menino Tistu, morador da cinzenta cidade de Mirapólvora. Dizem por todos os cantos que ele não é como as outras crianças. Numa de suas aulas de jardinagem, Tistu descobre ter um dom especial: um polegar verde capaz de fazer brotar plantas nos lugares mais improváveis. Um polegar verde, mas invisível. Desde esse dia, a vida em Mirapólvora começa a mudar.
Desde a estréia, em dezembro de 2002, o espetáculo vem encantando grandes e pequenos, numa bem humorada discussão sobre o mundo das crianças e dos adultos. O Menino do Dedo Verde narra o processo de educação de um menino que busca entender o mundo em que vive e que vai deixando suas impressões digitais por onde passa.
“Um trabalho de parceria sem dúvida, é o que se identifica aí, no encontro do ator Daniel Olivetto e do diretor Marcelo de Souza, dois amantes e conhecedores do teatro de bonecos, que sabem fazer boa dramaturgia, para grandes e pequenos, e que falando a estes últimos não os minimizam. Fugindo de todos os estereótipos do que se costuma produzir no teatro dito infantil, a Cia. Experimentus Teatrais nos oferece um belo espetáculo que guardamos para muitos momentos de reflexão” – Eliane Lisbôa, dramaturgista e crítica teatral
Vai lá: Teatro SESC Prainha, 23 e 24/04, sábado e domingo, 16h. Entrada franca (Retirar ingressos na Central de Atendimento de segunda a sexta das 8h às 21h.) Travessa Siryaco Atherino, 100 – Prainha, Florianópolis/SC.
Mais alguns coelhos para inspirar esse tempo de Páscoa!
Em O segredo do Coelho, livro de John A. Rowe, um dos grandes nomes da literatura infantojuvenil do século XX, publicado pela primeira vez no Brasil pela Cosac Naify, as aparências enganam. O livro é repleto de surpresas. A cada página, nos deparamos com os personagens mais famosos de Rowe – uma turma que, mesmo numerosa, não foi capaz de achar todos os ovos escondidos na floresta. Cabe ao leitor encontrá-los.
Este coelhinho da Penguin & Fish, além de ser uma fofura, serve para esquentar as mãos nos dias mais frios.
Para comemorar seu quarto aniversário, a revista on-line australiana Small Magazine (de que já falamos neste post) lança hoje a edição # 17. Como sempre, uma primorosa seleção de moda e design para os pequenos, além de editorais incríveis e lindas ilustrações. Nesta edição, destaque para as ilustras da americana Julia Staite, da mexicana Geninne D. Zlatkis e da russa Yevgeniya MIkhailik.
Moda, tendências, design, viagens, fotografia, estilo de vida, cultura, arte, maternidade e outros temas que rodeiam o universo infantil vistos sob uma nova ótica. n.magazine, a revista para a nova geração de pais.