Dicas para um carnaval seguro

Carnaval chegando, época de aproveitar o feriado, vestir a fantasia e brincar de foliões com os pequenos. A Ong Criança Segura, dedicada à promoção da prevenção de acidentes com crianças e adolescentes, faz um alerta para que os possíveis riscos não prejudiquem a festa:

- Com as viagens e festas de rua, os riscos de acidentes de trânsito e afogamentos aumentam. Na estrada ou na cidade, os responsáveis devem estar atentos ao uso adequado do bebê conforto, cadeirinha e assento de elevação, equipamentos que se tornaram obrigatórios desde setembro de 2010. Com a cadeira de segurança correta, que considera o peso e altura da criança, o risco de morte é reduzido em 71% em caso de acidente de acordo com estudos americanos. A obrigatoriedade não é limitada às estradas e abrange todo o território nacional.


- Em algumas regiões, o carnaval de rua é a opção predileta dos foliões, portanto os adultos devem redobrar a atenção para evitar que a criança se dirija sozinha para ruas abertas ao tráfego de automóveis.

- Se o feriado incluir banho de mar ou de piscina, fique de olho nas crianças e não se esqueça dos coletes salva-vidas como item de segurança. Os afogamentos representam a segunda maior causa de morte, entre os acidentes, de crianças até 14 anos.


Algumas dicas para a escolha das fantasias:
- Se a criança tiver menos de 3 anos, os responsáveis devem evitar adereços soltos como cintos, cordões, faixas ou partes que se soltem facilmente e possam causar sufocação.
- As lantejoulas que podem se desprender facilmente das roupas e os confetes, jogados em grande quantidade, podem também provocar sufocações. A brincadeira aparentemente inocente de arremessar confetes deve ser acompanhada por adultos.
- Pintura nos rostos: o ideal é utilizar maquiagens próprias para o público infantil, além de produtos antialérgicos e atóxicos para evitar irritações de pele e intoxicações.


A organização atua no Brasil desde 2001 e faz parte da rede internacional Safe Kids Worldwide, fundada em 1987, nos Estados Unidos, pelo cirurgião pediatra Martin Eichelberger.

(Fotos: Olhares)


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