Tosco Pai Viaja: Rosario – Argentina [parte 2]



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O primeiro café no Hotel Presidente foi divino, medialunas e muito dulce de leche. Claro, Alice preferiu algo mais simples, uns huevos revueltos e um enroladinho de presunto e queijo, além de dois copos de leite com chocolate.

Emanuel chegou com Julia, nos apresentaram a Santiago, um torcedor de Newell’s Old Boys. a cidade é bem dividida e respira futebol. Emanuel torce para o Rosario Central, time que pertencia aos funcionários da estação homônima. Ambos têm apelidos (ou, como se diz aqui, sobrenombres). Tem, por exemplo, os Leprosos – o que me assustou um pouco, pois quando chegamos em Rosario, no primeiro dia vi casas com uma pixação “leproso” e achei que fosse um surto.

Na visita ao estádio do Newell’s Old Boys nos foi contado pela guia que um dia convidaram os dois clubes para fazer uma visita a um hospital para pessoas com hanseníase e os NOB foram os únicos que apareceram. Então, tanto os torcedores quanto os jogadores do Newell’s passaram a ser chamados de Leprosos.

Já a equipe do Rosario, que não apareceu, ficou conhecida como Canallas – os canalhas.

O estádio do NOB é a casa de Lionel Messi e também foi de Maradona, quando este voltou da Itália. É o time mais expressivo de Rosario e seu grande herói, Tata Martino, ganhou os títulos mais importantes do clube como jogador e técnico. Ele empresta o seu nome para a arquibancada que visitamos e é o atual técnico da seleção Argentina.

E isso eu achei muito legal no Newell’s: eles não esperam seus heróis morrerem para homenageá-los. Saímos amando os Leprosos e toda sua história.

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Na Copa do Mundo, Alice queria ir a um estádio. Estava com essa vontade e acabou feliz. Não viu nenhuma partida, mas observou um pré-jogo.

No campo, um senhor com seu trator preparava a casa aparando a grama para o jogo no dia seguinte. Acho que ela gostou, mas, é lógico, eu gostei muito mais!

Partimos para o restaurante Escauriza. Comemos peixe. Os pescados do Rio Paraná, que banha a cidade e ainda dá muito lazer aos rosarinos. Fomos apresentados à Ana por Julia, nossa querida guia. Dois peixes típicos foram nosso almoço: boga e surubi, que foi meu preferido, e as sempre amigas papas fritas. Outros peixes do grande Paraná são o Dourado e o Pacú.

Depois do almoço, o destino era a Isla de los Inventos, mas, antes, aquele bom e velho dilema dos banheiros para um pai viajando com uma mocinha. Desta vez, ao começar a entrar no banheiro masculino. a garçonete, ou moza, me viu e perguntou aonde eu queria ir…

Respondi:

– Al baño, pero con la nena…

Abriu para mim a porta do banheiro feminino, viu que não tinha ninguém, e, com um levantar de sobrancelhas e um sorriso, permitiu nossa entrada.

No momento não tinha ninguém. Quando saí, uma mulher me viu, mas não ficou surpresa.

– Hola!, disse ela
– Hola!
– Alice, lava as mãos e vamos pra van…
– Ai, pai, quantas vezes eu tenho que te dizer que o nome daquele carro é perua.

Chegamos na Isla de los Inventos, que faz parte do Tríptico de la Infancia, complexo com atrações recreativo-pedagógicas que rendeu a Rosario um prêmio das Nações Unidas e está composto pelo El Jardín de los Niños, La Granja de Infancia, além da Isla de los inventos (veja o descritivo completo abaixo na seção Para saber mais).

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Alice estava de um jeito que me deixa um pouco impaciente. Alice faz amizades muito rápido, e isso é bom. Inclusive, quando Aline nos encontrou pela primeira vez, no aeroporto ela disse:

– Oi, Alice, posso ser sua amiga?

Alice deu tudo de si e passou a tratar Aline como sua melhor amiga.

Rapidamente, essa nova amizade de Alice se transforma em muita, mas muita intimidade, Alice pega na mão, torna-se um pouco inconveniente puxando as pessoas, atrapalhando as conversas, querendo chamar a atenção para ela mesma, e isso é ruim. Isso me incomoda.

Chego rapidamente ao limite da impaciência, isso acontece muito, e fico nervoso com Alice. Ainda ando meio nublado, mas sempre penso isso: como posso criar uma pessoa bem, qual a relação do meu limite com o dela e com as pessoas? Devo esperá-las reagir? Falar pra ela que estão se sentindo incomodadas ou tenho que intervir?

O meu normal é intervir.

– Alice…
– O quê?
– Cara, para com isso um pouco…
– Com o quê?
– Ficar puxando a Aline… O que eu te disse ontem?
– Hã…
– Da Aline, o que eu te disse que ela está fazendo aqui?
– Trabalhando…
– Então, não seja chata, ficar puxando pelo braço enquanto ela conversa… Espera, depois ela brinca contigo, mas tu tá viajando comigo, tem que ficar um pouco mais comigo…

Ela não entendia, era visível… Então tornei a explicação mais prática.

– Tu acha legal eu puxar o braço assim?

Puxei e ela veio rápida em minha direção… Se assustou e chorou.
Eu exagerei, certamente fiz isso. Dei um colo, tentei continuar explicando, ela chorava, climão, ficamos mais para trás, e tão logo nos juntamos ao grupo.
Tudo isso que fiz, claro, só nos afastou.
Alice viu toda sala de inventos de Leonardo da Vinci sozinha. Eu também. Registrava apenas de longe, usando todo zoom da minha câmera. Nos separamos e, nesse momento, estávamos afastados, ela adiante com o grupo e eu atrás.

Chegamos até a Montañita Encantada. Lá eu achei um pequeno segredinho, um encantamento, uma cacunda por Rosario. Essa ação iria melhorar nossa relação, sempre eu traria ela um pouco pra mim e assim sempre tentariámos reestabelecer nossa paz. Quando soltei ela das minhas costas, saiu correndo querendo explorar todos os mistérios da montanha, e isso encantou o guia do passeio, Lucas, que lhe apontava todos os possíveis segredos. Alice foi apresentada aos 4 elementos – os conhecia, mas, agora, foram devidamente apresentados. Viu e sentiu a água de uma cachoeira, ouviu a terra atráves de uma pedra contando histórias…

– Gente, essa pedra tá falando!

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Depois, ouviu e sentiu o canto dos ventos e viu as árvores balançando com ele. Por último, queimou um desejo no fogo da montaña – e o seu desejo era voar. Eu também fiz um e depositei na urna para queimar na fogueira, não direi para que se realize, como o de Alice.

E ela voou, volou, en la máquina voladora de Leonardo Da Vinci. Eu também. Durou pouco, mas teve uma magia incrível.A gente já voa tanto de avião, ficamos horas no ar, mas na atração da Isla de los Inventos não é o alto que fascina, mas sentir o vento na cara, o grande privilégio dos pássaros. Alice saiu dali dizendo ser um passarinho – embora muita vezes ela também goste de ser um gato.

Agora o destino era uma sorveteria artesanal, a Heladería Copacabana.

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Nesse passeio, uma outra pequena bronca. Na perua, ela e Carol brincavam. Alice podia ser um gato ou um passarinho e a Carol transformava ela de volta em Alice. Senti que minha filha estivesse importunando Carol. Mas ela dava sinais de que não – mas, às vezes, me parecia realmente incomodada.

– Tá, Alice, hora de ser Alice mesmo.

Fiz minha mágica e mais um clima.

Entramos naquela tensão novamente. Dei um colo e expus meu lado nessa história. E que não estava brigando, mas queria muito que ela respeitasse o espaço e a vontade dos dos outros. Assim como tinha que exigir que respeitassem o espaço dela, quando faço algo que ela não aprova ou quando ela faz cocô e me diz…

– Pai, posso ficar sozinha? Depois eu chamo você!

Na visita à sorveteria o gelo foi sendo quebrado – ou derretido como un helado

No entanto, me senti como um dos pais que visitaram a fábrica do senhor Wonka. Alice de maneira nenhuma poderia herdar a fábrica de sorvetes. Seu pai era rancoroso, raivoso, brigão. Ela poderia ter chances, mas, como visitavam a fábrica juntos, ela seria prejudicada pelo seu mau-humor de seu pai.

Vimos as máquinas começarem a funcionar, então vi uma máquina me engolir… Só pensava no senhor Wonka do Gene Wilder… Saí do meu devaneio.

Saímos da casa das máquinas e do calor daquela sala. Incrível, ninguém acrediraria, nem eu se tivessem me contado que, ali dentro daquele calorão, eles fazem sorvetes – ou helados

– Qué sabor quieres?
– Limón con frutilla!
– Qué mas?
– Menta con chocolate granizado…
– Y la niña?
– Chocolate!
– Solo chocolate?
– Solo…

Tomamos o sorvete sozinhos…

– Pai, porque a gente não senta com eles?
– Porque as mesas são só pra dois, daí a gente pode ficar um pouco juntinhos né?
– É… Mas porque a Aline tá sozinha?
– Porque ela não veio acompanhada. Tu pode ficar um pouco comigo e depois ir com a Aline…
– Pai?
– O quê?
– Posso ir ali na Aline?
– Pode, Alice…
– Cê tá brabo?
– Não, não, vamos lá…

Deixei ela sentada com Aline e fui tomar meu sorvete fora da sorveteria, olhando para Rosario. A luz ia caindo tão bonita e amarela, no antepenúltimo andar de um prédio uma placa de venda… Veio uma vontade de morar de frente para a sorveteria.

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Entrei novamente, fugindo dessa tentação…

– Hola, quiero que conozcas a mi esposo, el dueño…

Entrei comendo um pedacinho da casquinha, já terminando meu sorvete, e me deram um novo copo do sorvete que vimos fazer: dulce de leche.

Divino o sorvete direto da máquina. É estranho por parecer um sorvete derretido, mas tem conscistência, muito paradoxal, difícil explicar.

Conheci Luiz, el señor Wonka!
No início foi difícil entendê-lo, depois, a despacio, se quedó tranquilo.
Não sei quantos sorvetes tomei. Apenas percebi que eram infinitos. Quando eu achava que ia terminar, ele rapidamente tirava o copo de minhas mãos e vinha com um dos seus preferidos: o de tiramisù.

Saí redondo, gruesso, e dali seguimos para para La Casa del Tango. Vimos idosos argentinos declamando poesias, contando histórias, causos e um maestro tocando La Cumparsita numa vassoura. Quando viu o palco, Alice, que tanto ama uma apresentação, sempre corre pra atuar mesmo vendo só um caixote, adora dançar… Correu um pouco, explorou o lugar e então ficou de joelhos, como se rezasse. Olhou atenta todos os velhinhos, prestou atenção na música que saía da vassoura e em cada um dos causos.

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Chegamos no hotel. Alice, que no meio do caminho parou de falar, fato raro; dormiu, fato explicado.

Teríamos o jantar no Beatlesmemo, pub que minha gatinha, a mãe de Alice, iria amar. Porém, no dia seguinte vamos passear pelas água de rio Paraná e todos já estavam me alertando sobre a pele branquinha de Alice.

Chegamos no quarto e lhe acordei.

Na minha lista, mais pasta de dente, repelente contra mosquitos e, claro, “protetor celular” segundo Alice.

Mais um passeio pelas ruas – e como me parece linda a noite na Argentina! Ela estava gostando dessa nossa pequena saidinha noturna antes do banho. Aproveitava minha garupa e via as pessoas falando em outro idioma e até uma senhora que dizia…

– Como está grande!!

Voltamos para casa sem nenhuma das nossas coisas e o comércio fechando às 19:30, na mesma hora que o sol vai embora…
No hotel, consigo apenas a pasta de dente.

Banho.

Na noite anterior, lavei seu cabelo, pois tinha esquecido um touca de banho. Nessa noite, encontrei um saco para roupas sujas, um oferecimento do hotel caso a a gente quisesse lavar algumas. Peguei o saco, uma borrachinha de cabelo e deixei Alice livre no seu banho…

– Ô pai, por que você colocou um saco na minha cabeça?
– Para que tu fique bem tranquilinha no teu banho, sem molhar o cabelo, o pai esqueceu a tua touca…
– Mas isso parece um chapéu de cozinheiro…
– É verdade…

Prontos, saímos. Fomos ao Beatlesmemo Pub, onde está uma das maiores memorabilias dos quatro rapazes de Liverpool. Discos, instrumentos originais, revistas, brinquedos, pôsteres, um mundo.

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Sim, eu sou mais os Stones. Minha mulher, sim, ama os Beatles. E esse passeio foi pra ela. Dançamos, filmamos, tiramos fotos. Tudo para a mamãe. E começamos o nosso plano de trazer a mamãe para Rosario. Ela vai amar.

O dia acabou bem, ouvimos boas músicas e comemos muito bem, agora teriámos que dormir e acordar muito cedo pois o sábado nos reservava um passeio pelas águas do Rio Paraná.

Boa noite. Alice! Sempre dormia na perua, acordava na porta do quarto de hotel e voltava a dormir assim que eu a deitava na cama.

Sem precisar de histórias, afinal nossos dias estavam repletos delas…

 

PARA SABER MAIS

CURTIR

CLUB ATLÉTICO NEWELL’S OLD BOYS
O QUÊ?
Estádio do Newell’s Old Boys, por onde já passaram Leonel Messi, Maradona e Tata Martino, atual treinador da seleção argentina. Para conhecer os campos e as instalações, é possível fazer uma visita guiada de cerca de 1h30 (Reservas: visitasguiadas@newellsoldboys.com.ar; cultura@newellsoldboys.com.ar; Tel: +54 (0341) 156 620132)
ONDE? Parque Independencia, S/N
MAIS INFOS  www.newellsoldboys.com.ar

EL JARDÍN DE LOS NIÑOS
O QUÊ?
Parque lúdico que incentiva a imaginação e criatividade dos pequenos em atrações pedagógicas e divertidas. Fazem parte do complexo a “Montañita Encantada”, que trabalha os elementos da natureza; o espaço “Leonardo, el Inventor”, sobre as criações de Leonardo da Vinci; a “Máquina de Volar”, que, como o nome indica, permite “voar”, entre outras atrações.
ONDE? Parque de la Independencia; +54 (0341) 4802421.

LA CASA DEL TANGO
O QUÊ?
Inaugurada em 2004 em um antigo galpão da companhia férrea totalmente reformado, celebra a cultura do tango, com grande tradição em Rosario. Nos domingos, a pista é aberta para os que desejam dançar o ritmo argentino e, toda sexta-feira, as Tertulias Tangueras reúnem os aficcionados pelo ritmo em reuniões com música, apresentações e vídeos.
ONDE? Illia Pte. Arturo, 1750, +54 (0341) 4802415
SITE www.facebook.com/casadeltangorosario

LA GRANJA DE INFANCIA
O QUÊ?
Aqui as crianças entram em contato com os animais, os utensílios e as tarefas típicas da Granja, um hábitat ribeirinho com flora e fauna próprios do litoral argentino, além de horta e viveiro de espécies.
ONDE? Avenida Pte Perón, 8100; +54 (0341) 480-7848.

LA ISLA DE LOS INVENTOS
O QUÊ?
A antiga estação de trens Rosario Central foi totalmente reformada para dar lugar a este espaço que reúne jogos e brincadeiras que mesclam arte, cultura, ciência e tecnologia. Tudo pensado de forma lúdica para entreter os pequenos.
ONDE? Entre as calles Corrientes e Wheelwright; +54 (0341) 4802571.

MONUMENTO NACIONAL A LA BANDERA
O QUÊ?
Monumento construído no local onde o General Manuel Belgrano asteou pela primeira vez a bandeira argentina, em 1812. Tem galeria, cripa e um mirante que permite ver Rosario do alto!
ONDE? Calle Santa Fer, 581, +54 (0341) 4802238/ 9
MAIS INFOS monumentoalabandera.gob.ar

MUSEO DE LOS NIÑOS
O QUÊ?
Espaço que recria uma cidade, com ambientes como aeroporto, maternidade, supermercado, canal de televisão… Tudo planejado para que as crianças de 3 a 12 anos passem por situações típicas da vida urbana, mas numa grande brincadeira.
ONDE? Alto Rosario Shopping; +54 (0341) 410-6680.

PLATAFORMA LAVARDÉN
O QUÊ?
Centro cultural com a mágica Galería de los Roperos, onde portas de antigos guarda-roupas (os roperos) levam a ambientes especiais, como uma sala de fantasias, uma cama gigante, espaço de jogos e até um carrosel!
ONDE? Entre as calles Mendoza e Sarmento, +54 (0341) 4721462
MAIS INFOS plataformalavarden.com.ar

 

COMER

BEATLESMEMO PUB
CULINÁRIA Pizzas, sanduíches, saladas e petiscos
ONDE?
Bv. Oroño, 107, esquina com Güemes; +54 (0341) 2230757
MAIS INFOS
www.beatlesmemopub.com.ar

EUSCAURIZA 
CULINÁRIA
Regional/parrilla
ONDE?
Bajada Escauriza/Paseo Ribereño, La Florida
MAIS INFOS
www.escaurizaparrilla.com.ar

HELADERÍA COPACABANA
CULINÁRIA
Sorvetes artesanais
MAIS INFOS
facebook.com/copacabana.helados

LOBBY 360
CULINÁRIA
Regional e contemporânea
ONDE?
Avenida Corrientes, 919, Hotel Presidente
MAIS INFOS
www.lobby360.com.ar

MADDALENITOS
CULINÁRIA
Pizzaria e cozinha regional. Tem espaço infantil com jogos, cine 3D, oficinas e outras atrações para os pequenos. Tudo monitorado com circuito intermo no qual os pais podem observar os filhos.
MAIS INFOS
www.facebook.com/Maddalenitos

SUNDERLAND VIEJO BAR
CULINÁRIA
Argentina
ONDE?
Av. Belgrano 2010
MAIS INFOS
www.facebook.com/SunderlandBar

FICAR

HOTEL PRESIDENTE
ONDE?
Avenida Corrientes, 919; +54 (0341) 4242789
RESERVAS
www.solans.com/hotel/presidente/spa/hotel.php

 MAIS INFORMAÇÕES

SECRETARIA DE TURISMO DE ROSARIO www.rosario.tur.ar

 

>> Veja a [Parte 1] da viagem AQUI.

>> Veja a [Parte 3] da viagem AQUI.

 

* Viagem realizada a convite do Secretaria de Turismo da cidade de Rosário e pelo grupo LATAM Airlines (Tam Linhas Aéreas e LAN Airlines).


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